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quarta-feira, 22 de abril de 2009

APRENDA COMO VOTAR


A avalanche de notícias que são veiculadas pela mídia mostrando que, os atuais representantes só pensam no bem estar pessoal, mina qualquer esperança na próxima legislatura

Quando votamos, estamos dando ao nosso candidato o poder de nos representar. Democracia é o poder do povo!

Qual o poder de um impotente eleitor?

O voto é um momento de exercer o poder, com liberdade e consciência. Afinal, voto é poder, é exercício de cidadania.
Votar trata-se de escolher o candidato que mostre respeito à cidadania e compromisso com projetos de políticas públicas, que venham atender as necessidades da população.
Vender voto é vender poder. Os votos em branco significam "tanto faz"; o voto nulo, ao contrário do que parece, é um voto válido.

Ninguém fala do voto nulo, nem mesmo nas instruções para votação...
Eles explicam como votar em um candidato ou como votar em branco, mas ninguém explica como anular um voto

O voto nulo, do qual ninguém fala e que o terminal acusa como "incorreto, é o único voto que pode anular uma eleição inteira e remover do cenário todos os candidatos daquela eleição de uma só vez.

O problema é que existe muita pressão para a escolha de um candidato e pouca explicação do que a escolha significa.
O voto em BRANCO, ao contrário do que parece, não significa que o eleitor não escolheu nenhum candidato, mas sim que ele abdica de seu voto.
Não é um ato de contestação e sim um ato de CONFORMISMO!

Se nenhum dos candidatos conseguirem maioria (mais de 50%) no último turno, as eleições têm que ser canceladas! Os candidatos são trocados e novas eleições têm que ocorrer.

Não “seja obrigado a votar em quem você não quer no poder, quando aparecer à mensagem: número incorreto corrija seu voto”. Clique
no botão verde”confirma” que o terminal aceitará o seu voto nulo.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

EDUCAR


Há cem anos passados a maneira de educar os filhos estava mais centrada, na família, e na escola. Os valores era outros.
Hoje, as idéias que podem chegar têm outros meios para fazê-lo— A televisão, os filmes, os anúncios, os amigos.

A influência externa é mais forte. Os pais estão mais tempo fora de casa, controlam menos essas influências. O tempo que estão com os filhos deve ser um tempo melhor usado. O diálogo é fundamental.
A educar exige preparação. Há necessidade de saber o que convém á cada idade.

História da educação tem tempo e espaço; cada geração tem seus valores, e um modo de vida próprio da época. Para os pais entender o “ficar” hoje dos jovens é coisa complicada.
Com o passar do tempo e o chegar da adolescência, pais deixam de serem modelos e filhos, buscam seus próprios caminhos. A “turma” passa a ter maior importância. Ali o falar é igual.

Se você cria um modelo de educação radical vai perdendo a segurança, o equilíbrio e autoestima do jovem. O importante é fixar algumas regras, para toda a família.
Sei que você está a dizer: “que é fácil falar!” É de fato. Mas também vale muita a força de vontade, a compreensão e o companheirismo dos pais. O sabor do conviver em família mesmo de uma coisa mínima é maravilhoso. Daí por diante tudo caminha mais depressa.
Começamos a ter uma visão melhor de tudo que nos rodeia e constituem o universo do adolescente. Passamos a interagir melhor no nosso cotidiano. Afinal somos uma família com deveres e direitos.
Não no sentido de imposição, árbitro da vontade do outro. Mas de permitir o diálogo, o assumir de responsabilidades das suas ações, e compromisso com seus objetivos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

LICENÇA PARA MORRER


O que mais incomodou foi o título: “O mínimo custou muito caro”.
Que país é esse? Os dirigentes comportam-se como adolescentes pegos no flagra, uns acusando outros em disputas infantis e acirradas.
Perdem-se; no conceito correto de Democracia e direitos constitucionais; enquanto a fome, o desemprego, a falta de segurança invadem milhares de lares.
Os direitos humanos básicos não são respeitados e perdemos a capacidade de mensuração dentro do orçamento familiar. As perdas salariais impostos aos operários, funcionários públicos e pensionistas se fazem com calma e confiança de quem vive no poder e dita ordens.
O Brasil virou um grande tabuleiro de xadrez: rei, rainha, torres, enxadristas. Nós funcionários públicos recebemos apenas o xeque-mate.