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segunda-feira, 20 de abril de 2009

EDUCAR


Há cem anos passados a maneira de educar os filhos estava mais centrada, na família, e na escola. Os valores era outros.
Hoje, as idéias que podem chegar têm outros meios para fazê-lo— A televisão, os filmes, os anúncios, os amigos.

A influência externa é mais forte. Os pais estão mais tempo fora de casa, controlam menos essas influências. O tempo que estão com os filhos deve ser um tempo melhor usado. O diálogo é fundamental.
A educar exige preparação. Há necessidade de saber o que convém á cada idade.

História da educação tem tempo e espaço; cada geração tem seus valores, e um modo de vida próprio da época. Para os pais entender o “ficar” hoje dos jovens é coisa complicada.
Com o passar do tempo e o chegar da adolescência, pais deixam de serem modelos e filhos, buscam seus próprios caminhos. A “turma” passa a ter maior importância. Ali o falar é igual.

Se você cria um modelo de educação radical vai perdendo a segurança, o equilíbrio e autoestima do jovem. O importante é fixar algumas regras, para toda a família.
Sei que você está a dizer: “que é fácil falar!” É de fato. Mas também vale muita a força de vontade, a compreensão e o companheirismo dos pais. O sabor do conviver em família mesmo de uma coisa mínima é maravilhoso. Daí por diante tudo caminha mais depressa.
Começamos a ter uma visão melhor de tudo que nos rodeia e constituem o universo do adolescente. Passamos a interagir melhor no nosso cotidiano. Afinal somos uma família com deveres e direitos.
Não no sentido de imposição, árbitro da vontade do outro. Mas de permitir o diálogo, o assumir de responsabilidades das suas ações, e compromisso com seus objetivos.

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