Tags

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Em Quem votar?

(resposta a um amigo)
Ai amigo,

Sou medíocre. Não tenho a visão desse senhor.

Só enxergo os processos abafados da Anac; O desrespeito a nossa Constituição, no que tange a Lei eleitoral brasileira. O silêncio do Mensalão;

Preocupa-me nossa escolha desastrosa nas urnas. Não nos conscientizamos que temos capacidade de anular essas eleições com o nosso voto, firme e consciente.

Precisamos de representantes que de fato trabalhem com o povo e para o povo. Que não impeçam avanços que contrariam seus interesses.

Hoje o cidadão vivi trancafiado entre grades e muros. Indefeso. Roubam os grandes, são julgados os pequenos. Os coronéis e currais eleitorais ainda existem. O nosso Nordeste ainda é pobre de cultura, deslumbrado com shows. Esses instrumentos transformam-se em cidades pequenas no acionar das teclas verdes nas urnas eleitorais. Não creio que o Plano de Governo de Dilma, tão rapidamente abafado, tenha sido “assinado sem ler”. E se assim fosse Dilma não seria a Dilma do PT.

Não gosto de votar no escuro.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

E A NOTA! COMO FICA?


1978  (novo)

Senhores e senhoras!
Preciso de um momento,
O que aqui vou dizer
È puro entretimento

No dia três de janeiro
Do ano a caminhar
Mais um curso na UVA
Começou a funcionar.

O primeiro professor
Falou um tempão
De “um grande poder”
Que manda na Educação

Fez um rodado danado
Para estudar a “questão”
Da tal Reforma Campos
Ponto em discussão.

Entre os erros e acertos
Desse   professor  em questão,
Aconteceu uma metamorfose
O cordeiro virou leão.

Uma prova foi marcada
Da tal Reforma Campos.
No caderno, a matéria a apostilar...

O responsável pela tarefa
Aluno ressabido,
Só tinha um, porém!
Era muito esquecido.

Coitado! Na ressaca em que vivia
Foi grande a baldeação
Largou na água a apostilha
A prova virou pirão.

Depois de uma semana
De grande sufoco
Da Paraíba veio
Um atilado valentão...

Foi uma festa pro olhos
Ver tamanho rapagão;
Falava o moço tão rápido
Quão roda um pião.
  
Ideou um “quadrangular”,
Grande foi à confusão!
Com sotaque cheio de dito
Só dava apreensão.

E a nota! Como fica?
Era a grande cisma...
Para se diplomar
Nota tinha que arranjar!

Tinha eu um amigo
Mas sabido não havia,
Levou o professor
Pra uma Fazenda que tinha.

Na classe no outro dia
Na prova  de ‘Desvio Padrão’
Sua nota estava segura
Temperada a requeijão.
  
Socorrei-me Virgem Santa
Oh Deus! Que aflição!
Faço como o Solon
Ou não passo no provão.

Tudo estava difícil,
Último semestre a cursar!
A eleição pro Diretório
Foi nossa salvação.

Professor Manuel Vianna
Jovem muito loquaz...
Talvez na próxima Eleição
Venha a ter muito cartaz

Pra ganhar a Eleição,
Desempenho democrático
Objetivos definidos
É indispensável, amigo.

Já o Zezinho...  Hui
Grande revelação!
Elegante, apurado,
Professor sensação...

A Teoria da Comunicação
Defende como ninguém,
O rapaz vai á fala
Por todos os poros que tem.

Diz assim:
— O homem não é objeto!
Tem livre escolha... E
Também deve opinar.

Esse devia ser eleito!

Mas... Era um toma lá; dá cá!

A caneta escrevia o sete,
O aluno ia votar.

E assim coloco no papel
O que pediu o Diretor.
Não se apoquente! É brincadeira!
Maneira de analisar e minha NOTA ganhar.  
Senhores e Senhoras!
Tenho que partir...
Abraços á todos
Saudades vão sentir.

sábado, 10 de julho de 2010

CONVENÇÃO MONTE COELHO

Texto lido pelo Cerimonial
Senhores!

Sem Deus não há vida, sem família não há base e sem amigos, não há mundo colorido.
A família é muito maior do que se imagina./ Ela representa o passado,/ o presente/ e também o futuro./
E para confraternizar, unir como irmãos; estamos aqui reunindo a grande família MONTE COELHO, que vai passar para a GERAÇÃO FUTURA, um pouco do contar do SEU PASSADO, sendo narrado, pela geração presente./

Como diz Gilberto Frey, em nenhuma parte do Brasil a formação da família se processou tão ARISTOCRATICAMENTE como entre canaviais...
Eu diria que particularmente em uma cidade do Nordeste do Brasil, Sobral, A Bela Princesa do Norte, acolheu e desenvolveu um estilo próprio e aristocrático de viver. Ali, se respirava e vivia-se a cultura francesa. Ali, também, foi o nascer do GRANDE CLÃ MONTE COELHO e sua ascendência.
Segundo um provérbio chinês cem homens pode formar um acampamento, mas é preciso uma mulher para se formar um lar.

E para vivenciar, recordar, contar essa linda história do Clã Monte Coelho, eu chamo para compor a mesa e serem homenageados, os trezes filhos do casal Maria Bemvinda e Francisco Petronilho.
Alguns deles representados por seus progênitos:

(1) Isabel... A primeira filha do casal, nascida em 26 de janeiro de 1909, (conhecida como Sinhá), casou com o engenheiro Dr. Luiz Sabóia de Albuquerque. Sinhá era uma pessoa muito especial, uma senhora elegante, de maneira refinada e muito religiosa.
O casal tinha o hábito de reunir na sua linda casa, situada a Rua Deputado Moreira da Rocha, para almoço, filhos e netos.
Sinhá será representada aqui, por sua filha Aline, a quem chamamos para compor a mesa.

(2) João — João era introspectivo, metódico, metido a galã. Foi o irmão que custou mais a casar. Chamamos para compor á mesa, sua mulher, Maria Lima.

(3) José — era um homem de ações e sentimentos nobres, casou com uma moça bonita da família Sanford, Natalia. Para compor a mesa sua mulher Natália

(4) Maria da Conceição (Biía). Para o casal Bemvinda e seu Chico, Biía foi um raio de luz em suas vidas. Seu bom humor invejável, sua alegria de viver, era uma constante, um estilo de vida. Como diz seu irmão Helvécio, em seu livro: Memórias... “Para seu tipo mignon, —” como ela foi elegante... Quando jovem era de uma alegria esfuziante.
Biía casou com o médico Joaquim Pinheiro Filho. Não deixaram descendentes.

(5) Edmundo - Casou com Maria Leilah Cabral de Araújo. O quarto filho do casal. Nasceu, privilegiado. Era aquela pessoa querida, leve, descontraído, um líder nato.
Conseguia descomplicar e acalmar os redemoinhos da vida. Inteligente, fez lastro patrimônio e tornou uma de suas propriedades célebre. — A Fazendinha. Para compor a mesa seu primogênito, José Roberto Monte Coelho

(6) Bemvinda — Casou com João de Deus Cabral de Araújo. Quando jovem Bemvinda era simplesmente linda. E como a beleza é o reflexo da alma... Continua belíssima, mas... Em outra esfera. Seus filhos e filhas trazem em sua genética, a suavidade e bondade da mãe. Mas suas filhas trazem uma peculiaridade... Além de bonitas são grandes guerreiras.
Permitam-me chamar para fazer parte dessa mesa uma bisneta de dona Maria Bemvinda e seu Chico Petronilho, como representante de uma grande mulher, que marcou os anais da história dos Monte Coelho como exemplo de mãe e esposa; companheira e amiga,mesmo quando a morte lhe ceifou a vida, antes dos laureies da gloria, representado pelos sonhos acalentados em filhos e netos.
Essa jovem mulher ESSA GRANDE GUERREIRA, - TEM POR NOME, MARIA DO CARMO MONTE COELHO ARRUDA, REPRESENTADA POR SUA FILHA MÔNICA.

(7) Francisco Petronilho, (Chiquinho) — ele foi ÚNICO, em sua geração. Hilariante... Suas histórias viraram Lendas e Mitos.
Garanto que aqui, entre sua numerosa descendência, todos sabem alguma história do papai, do mano ou do tio Chiquinho. Seu filho, Francisco Petronilho tem muito de sua alegria. Chamamos para compor a mesa sua mulher Maria Luíza.

(8) Helvécio— o filho intelectual de Maria Bemvinda e seu Chico Petronilho.
Sua sobrinha, a doutora Ana Maria Monte Coelho Frota, na apresentação do livro Memórias, compara uma frase do autor, a beleza dos poemas de Tiago de Melo, quando diz: — ”Não tenho um caminho novo. O que tenho de Novo é o jeito de caminhar.
E que jeito de caminhar Helvécio! Ainda tão criança, inconscientemente, já analisava a alma humana.
Mesmo com tantas impossibilidades... Helvécio foi fundo. Resgatou o lastro passado, e deixou que fosse se perdendo na sua ascensão espiritual. Renasceu como a Fênix e fez o contar de sua história.
Esse grande homem, filho de Maria Bemvinda e Francisco Petronilho, tem o prazer de chamá-lo a compor mesa.

(9) Raimundo— Casado com Regina Freire. Advogado viveu por pouco tempo entre os seus. Dele, contavam-se também suas proezas.
Quando faleceu, as filhas ainda eram crianças. Chamamos para compor a mesa, sua mulher Regina.

(10) Margarida a décima filha do casal — casou com Estanislau Frota.
Ainda são na Serra da Meruoca, no casarão do Sítio Ipú as grandes reuniões do Clã.
Por lá aprendemos que, a continuidade das gerações é indefinida. E o vocábulo, VIDA é alegria.
Chamamos á senhora Margarida Monte Coelho Frota a compor a mesa.

(11) Terezinha. — Casou com Bonifácio Câmara. É a amiga de todas as horas. Tem uma graça toda sua. É leal, leve e envolvente. A caçula mulher do clã Monte Coelho.
Memória brilhante se deve a Terezinha à iniciativa da primeira árvore genealógica da família. Com prazer convido á senhora Terezinha Câmera a compor a mesa.

(12) Luis — casou com Maria Marlene Melo.
As qualidades de Luís são raras e incontáveis. Somente no conviver podem ser mensuradas a nobreza de seu coração. Para representá-lo gostaríamos de chamar sua mulher Marlene.

(13 )Hélio — O 13° dos filhos. Casou com Yolita Vianna Demetrio.
Quem o descreve melhor e Helvécio em seu livro Memória... Quando diz: Hoje, o mano já passou pela Primavera com suas coroas de flores, e está em pleno inverno, de cabelos brancos como a neve Ainda tem o seu séquito: — as horas, os dias, os meses, os anos — pois Hélio... É o próprio Sol.
Como seu representante, seu filho, Ecmar Demetrio Monte Coelho.
Nessa mesa senhores, temos os descendentes em linha direta de Maria Bemvinda e Francisco Petronilho... Temos também seus três últimos filhos vivos e grandes esposas...

MAS... VAMOS ROLAR A VIDA NO TÚNEL DO TEMPO... As distancias separam, contudo... Com a força da SUAVIDADE, podemos reunir uma GRANDE FAMÍLIA.
Nada é mais suave, nada é mais forte e traz felicidade do que os laços de uma família.
Assim... Foi o caminhar de vida dos jovens Maria Bemvinda e Francisco Petronilho Gomes Coelho.
Bemvinda e Francisco Petronilho tinham consciência que obstáculos existiam e existirão, no fazer da caminhada de suas vidas. Bemvinda e Francisco Petronilho tinham convicção de seu amor. Era apenas uma questão de determinação, firmeza confiança e tudo caminharia. Então...
... Quando o cavalo branco montado por “Seu Chico Petronilho passou, Bemvinda, resoluta, montou a garupa de seu cavalo.
Eles sabiam que o amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Eles sabiam que o amor só realiza a mágica de se multiplicar, quando é dividido.
O casal Maria Bemvinda e Francisco Petronilho teve a capacidade de transformar seu grande sentimento de AMOR TAMBÉM... Em uma equação matemática:
EU TE AMO + VOCE ME AMA = A DOIS APAIXONADOS.
E esse amor, resultou em 13 queridos filhos.

Agora respire forte que essa linda história de amor estar a começar. Deixo para a neta de Maria Bemvinda e Francisco Petronilho,/ Dra Ana Maria Frota, o abrir desse livro com seus Contos e Gerações. Chamamos ao microfone, à senhora, Drª. Ana Maria Frota...

— Nesse momento, os três últimos filhos existentes, do casal Maria Bemvinda e Francisco Petronilho, Senhor Helvécio, Srª Margarida e Srª Terezinha Monte Coelho são homenageados.
Recebendo Helvécio de sua mulher Marina; Margarida de sua filha Silvana; e Terezinha de sua filha Vera, uma corbelha de flores...

— Senhores!... E senhoras... E o amor gerou frutos... Os frutos alcançaram a maturação, fazendo surgir à quarta geração do MONTE COELHO.
HEI – LAS! Jovens, bonitas, inteligentes, essas jovens vislumbram futuro brilhante, e tem convicção de que: Uma Nação se constrói com justiça, lealdade, educação, trabalho, e muito amor a Pátria.

— Com o Pavilhão Nacional, Rebeca Frota Freire, neta de Margarida e Estanislau Frota; filha de Ana Maria Monte Coelho e Célio Freire

— Ao longe, em brancas praias embaladas
Pelas ondas azuis dos verdes mares,
A Fortaleza! , a Loura Desposada do Sol,
Dormita a sombra dos Palmares.

—Com a Bandeira do Ceará Gabriela! Filha de João Augusto de Araujo Neto e Maria das Graças Arrais de Araújo.

— É no campo da vida que se esconde um tesouro. Vale mais que o ouro, mais que a prata que brilha. É presente de Deus,é o céu já aqui na Terra ... E SE CHAMA FAMÍLIA.

ENTÃO PROCUREI NO PASSADO...
TUAS RAÍZES, Ô FAMÍLIA!
VEJAM O QUE ENCONTREI!

SOBRENOME MONTE

Grandes guerreiros. Sobrenome de origem espanhol muito difundido por toda a península, provavelmente um toponímico, pois etimologicamente significa "que vive nos montes",
Essa linhagem familiar é incerta, pois existem muitas possibilidades para a origem dos primeiros "Monte".
Podendo ser oriundos de tribos ibéricas, passando por diversos tipos de raças dos invasores que habitaram a região de Velez,onde já se registravam pessoas utilizando este sobrenome no ano de 1753.

No Brasil... O sobrenome Monte
Saiu da Zona da Mata Mineira.
No Ano de 1756 com uma sesmaria comprada por uma família de nome Monte.
Situada nas Terras banhadas pelo ribeirão, Tavoassu, aquela época conhecida, por Fazenda Vau Açu, passou mais tarde a se chamar Ponte Nova.
Na Fazenda Vau Açu foi fundada uma Capela por um padre peregrino, chamado, Padre João Monte, que saiu de São Caetano, em Mariana, com a mãe e a irmã.
A compra dessa terra é datada de 1770, e foi concedida pelo o bispo de Mariana.
Dessa família Monte, uma extensa geração uniu-se a clãs tradicionais como: Os Maciel, os Caldeira Brant, os Coelho Barbosa, os Serra os Caldwell os Coelho Leal e os Ferreira da Ponte.
Assim, gerações foram passando... Os séculos rolando no tempo... Quando chega de Boa Vista do Recife para morar no Baixo Acaraú, no Nordeste do Ceará, o Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte.
Seu pai o Capitão-Mor MANOEL JOSÉ DO MONTE nasceu em 1737 em Boa Vista-Pe. Morreu 1778 e foi enterrado na Matriz de Sobral.
MANOEL JOSÉ DO MONTE casou com LUZIA DA COSTA MACIEL em 1755. Ficou viúvo e casou com Maria da Conceição da Silvia
Um filho desse segundo casamento de Gonçalo Ferreira da Ponte com Maria da Conceição deu origem à Família Monte de Sobral.
O SOBRENOME COELHO, veio do mar,/ com suas Origens e Lendas.
A origem da família Coelho sabe-se que remonta à antiga Roma, a Marcus Coelho Rufo, discípulo de Marcos Túlio Cícero. Um dos maiores vultos, em todos os tempos, da História da Eloqüência do mundo, e que morreu tragicamente, como outros grandes oradores de Roma.

Há nos Coelhos ascendência régia comprovada por uma legenda em Latim escrita em num dos túmulos que estão na capela do solar dos Coelhos em Sergude e diz assim:
"NÓS VENIMUS Á SANGUINE REGUM /ET NOSTRO VENIUNT A SANGUINE REGES."–
Tradução — Nós procedemos de sangue dos Reis e os Reis provem do nosso sangue.

Segundo pesquisa os Coelhos têm sua ascendência nos reis de Leão, (Dom Ordenho e Dom Ramiro) e uma filha de Estevão Coelho, foi avó de D. Beatriz, esposa de D. Afonso Conde de Barcelos. Assim descendem de reis.

Os Coelhos passaram da Itália para a Espanha, com o nome “Coelius’.

Dom Soeiro Veigas (século XIV) foi o primeiro a adotar o Coelho, como usamos hoje, nome esse difundido depois em Évora, Barcelos, Viseu, Arantes e em outras terras da outrora Lusitânia.

Os Coelhos descendem de D. Soeiro Viegas Coelho, que casado foi com Dona Mora Mendes, Filha de D. Mem Moniz de Gandarei.
D. Soeiro Viegas Coelho, se diz ter sido o primeiro do seu nome, por tomar a terra de Conejo.

Segundo a história ganhou o apelido na guerra que fazia aos mouros, por parecer ir por debaixo do chão até Conejo. Ganhando seus títulos, por guerrear por baixo do chão como coelho.


Depois os Coelhos se firmaram no Reino de Portugal, com seus Brasões e foros de fidalguia, quando D. Afonso Henriques tomou a vila aos mouros. Rodeiam as origens desta família toda uma série de Lendas e Contos, alguns lindos de serem lidos... E ao passar dos séculos tomaram- se difíceis de desfazer. .

De Portugal para o Brasil os descendentes nasceram de João Soares Coelho, trovador e vassalo de D. Afonso III.
João Soares Coelho era descendente de um dos filhos de D. Egas Moniz «de Riba-Douro.

Um dos descendentes de Soares Coelho, Duarte Coelho, foi capitão da Capitania de Pernambuco. Originando-se daí o Albuquerque Coelho do Brasil.
Foi dessa ancestralidade... Dessa mistura precisa... O sobrenome COÊLHO
E aqui Ô Família estão tuas Bandeiras e brasões.
De ouro,/ um leão de púrpura, armado e lampassado de vermelho, /carregado de três faixas xadrezadas de azul e ouro;/ bordadura de azul, /carregada de cinco coelhos de prata,/ malhados de negro.


Mas O CASAL APAIXONADO Maria Bemvinda e Seu Chico...
Fizeram dos dois sobrenomes UM NÚMERO POR INTEIRO
SIMULTANEAMENTE múltiplo de dois outro:
MONTECOELHO (juntos)
E assim chegamos, ao AGORA... Vimos tanta beleza, amor, esforço, vontade de colocar está história de vida às gerações que nos sucederão. Tenho a romântica visão de que os sonhos SÃO POSSÍVEIS.
Chamamos o casal Luís Carlos e Maria Amélia, Ele— bisneto de Maria Bemvinda e Francisco Petronilho — que hoje comemoram bodas de NÁCAR, 31 anos de casados, para apagarem as velinhas desse bolo.
Mas antes gostaria de explicar o que é NÁCAR
NÁCAR – é uma substância calcária, branca, dura, brilhante, com reflexos irisados, que revestem o interior de certas conchas. Também é conhecida como concha cor-de-rosa, nacarada, mais conhecida como MADREPÉROLA.
É a substância que representa as Bodas de 31(trinta e um) anos de casamento. O AMOR JÁ ESTÁ FIRME, RESISTE AS INTEMPÉRIES DA VIDA.
Conta a lenda, que a Deusa Vênus (para os Romanos) ou Afrodite (para os Gregos), nasceu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido criada pelas espumas do mar. Assim nascendo um grande vínculo de AMOR.
Como sou romântica, ao trabalhar nas pesquisas por dois meses exaustivamente, à proporção que iam reunindo, formas textos, cores e falas de cada personagem, as vias surgir dentro dos seus habitats, em cores e beleza.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

LUA NUA

Autora: Yolita Demétrio
Protagonista: Karen e Max
(por lançar)


Sinopse:


A cidade do Cabo é linda. É a maior cidade da África do Sul. Importante pólo comercial e industrial, tendo um dos principais porto do país. Sua     economia     é baseada é nos setores de refinação de petróleo, têxtil, automóvel e construções navais.

É neste cenário de tantos contrastes, que Karen, uma agente da CIA, chega e para resolver um roubo e uma misteriosa sucessão de um grande Sheik.

Yolita Demétrio nasceu na cidade litorânea de Camocim, o último dos municípios do litoral Oeste do estado do Ceará. 
 Desde criança viveu, e ainda mora na cidade de Sobral, situada na região Noroeste do Ceará, entre as águas do rio Acaraú e a serra da Meruoca, a 235 quilômetros de Fortaleza capital do Estado do Ceará.

Professora, licenciada em História, pela Faculdade de Filosofia D.José de Sobral ( Agregada) da  Universidade Federal do Ceará – UFC, Licenciada em  Pedagogia  pela Universidade Estadual do Ceará- UECE
 Pós- graduada em Metodologia do Trabalho Científico pela Universidade de João Pessoa-PA.
 Fez Cursos de Jornalismo Científico promovido pela Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA e outros, mas.


Escreveu para os  jornais - Nova Meta 1996; Correio da Semana e Capital Norte - 1997 a 2000.   Idealizou e criou o primeiro Jornal Infantil, da cidade de Sobral. Trabalhou até fevereiro de 2010, passando a dedicar seu tempo a escrever.
   

terça-feira, 29 de junho de 2010

UM GRANDE AMOR


Quando verão, o sol esbraseava a terra e espalhava durante o dia um mormaço incômodo.
A noite uma brisa gostosa soprava amenizando o calor. Era assim em Grigório, pertinho da cidade de Acaraú, onde vivia Pedro Clair, com os pais e cinco irmãos.
O preço que se paga pelos revezes da vida, não tem porquês... Simplesmente acontecem.
Aquele dia não era auspicioso á família Clair; já haviam perdido o chefe da casa; e agora aquele incêndio!
Ficou fragmentado na memória do garoto Jaime, aquela época com cinco anos de idade, o incêndio de sua casa, onde tudo foi perdido.

Como diz o grande Sinval Medina: “quando as palavras não alcançam dizer o que pretendem, fica sendo o silêncio a, mas avisada forma de expressão".
Foi o que Anita, a mãe de Pedro e os seus irmãos, fizeram na luta pela sobrevivência. Usou a coragem e determinação, como o sal da vida.
Pedro cresceu guerreiro, batalhador, generoso, amigo e um andarilho na busca pelo bem estar da mãe e irmãos sobre sua responsabilidade.

Pedro ainda recorda aquele setembro de 1949... Era domingo, cedinho... O sol espreguiçava-se devagarzinho, surgindo na barra do horizonte, quando na porta da pequena igrejinha, viu Terezinha. Foi amor a primeira vista.

Para Tereza, a vida também não fora fácil. Primeira filha de uma família seis irmãos, tendo pais humildes e simples, sempre lhe pesou a responsabilidade da casa e dos irmãos. Por isso pouco estudou. Mas Tereza amava a vida. E vida é força dinâmica.

Foi essa força que fez essa jovem, também órfã, aos 16 anos assumir a família no papel de pai e mãe, já que seu pai casando em segundas núpcias abandonou a família.
Tereza tinha fé. E fé é aderir o plano de Deus. E foi assim com muita fé que Pedro e Teresa começaram sua vida a dois.

Essas recordações da vida a gente nunca esquece... E aquele 15 de setembro muito menos... Era o dia de seu casamento.
O vestido de Tereza, tinha a cor do jasmim da manhã, quando amanhece. A fita que prendia o véu era da cor da pureza: branco, tão branco como a flor do pau-d'arco, no despertar da madrugada orvalhada, lá na fazenda... O sorriso de Tereza lembrava a deusa do amor. Tudo nela era encantador.

O tempo foi passando, os filhos chegando; no total de onze filhos, mas sós sete vingaram. Pensando no futuro dos filhos, Tereza se arranchou' em Acaraú e Pedro, em Grigório ficou. Somente no final de semana Pedro vinha à cidade com a mãe, matar de Tereza as saudades.

No ano da Revolução, Pedro resolveu mudar-se com toda a família para a cidade litorânea de Camocim, ai 'ficando chão’.

Os anos passaram os filhos cresceram, casaram e os netos chegaram. Era novamente 15 de setembro, só que do ano de 2001. Virada do
milênio; era da tecnologia, da comunicação globalizada. Muitas coisas haviam mudado: costumes, valores, direitos e deveres. Mas em uma única coisa, o homem não mudou; não pode mudar. O Amor!

E foi esse mesmo amor que levou Pedro e Tereza, filhos, genros, noras e netos e bisnetos de volta a pequena vila de Gregório, para festejarem na mesma igrejinha, os 50 anos de vida, lutas e alegrias, vividos com muita fé em Deus por este casal.

Aquela noite o industrial Pedro festejou seus 50 anos de casados na
Fazenda dos Paus-D’arco, que estava como outrora carregadinha de flor, mas hoje transformada em casa-grande senhorial. Tendo como convidados: o amor, a amizade, a fraternidade e a união;
Às vezes- — diz Pedro— aperta a saudade, e nas rodas da Casa-Grande, Tereza e Pedro recordam a mocidade, contando para netos e bisnetos o seu viver.
Sonhador, Pedro termina assim: - E em uma dessas noites toda branca, toda nua, noite de recordações, eu vi duendes e sílfides, em serenatas ás estrelas, cantando dentro da lua, o meu "Luar do Sertão”

Nota:
Esta história é verídica, faz parte da época que trabalhava como promoter e entre tantas outras coisas fazia documentários, precisando pesquisar a vida dos meus clientes. Nomes, lugares e datas estão trocados, para preservação dos personagens.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CARIOCA

Com inspiração carioca, bar em Berlim vende até dois mil caipirinhas por mês

Victor Rodrigues Beckmann mora na Alemanha desde 2000 (Foto: Carolina Iskandarian/G1)
Cumprimentar os clientes com a típica saudação brasileira ‘oi, tudo bem?’ é trabalho obrigatório para os garçons que trabalham no Botequim Carioca, bar inspirado no Rio de Janeiro, mas localizado no bairro Mitte, região central de Berlim. “É para já entrar no clima”, explica Victor Rodrigues Beckmann, o dono do estabelecimento. Desde 2000, ele mora na Alemanha. Ele casou e não pensa em largar o estilo de vida tão cedo, nem por ter saudades da família, do sol e da praia.

“Viajo muito para o Rio de Janeiro e quero ter a possibilidade de viver nos dois países ao mesmo tempo, ficando no verão daqui e depois no verão carioca, seis meses em cada país”, conta o carioca de 28 anos. Além do letreiro, a bandeira brasileira na entrada é o primeiro sinal de que aquele bar é inspirado no Brasil.

No caso do Botequim Carioca, o pôster do Flamengo, as paredes de azulejo, uma pequena estátua do Cristo Redentor e o sambinha na música ambiente deixam clara a inspiração carioca. Os atendentes falam alemães e portugueses – a maioria é de brasileiros que moram na Alemanha e a clientela brasileira representa cerca de 40% dos freqüentadores do bar, segundo Beckmann.

Estudos
Com ascendência alemã, o empresário relata que deixou o Rio em 2000 para estudar o idioma germânico. Era para ser apenas um curso de curta duração, já que o objetivo maior era fazer universidade na Espanha. Mas ele acabou gostando de Berlim, casou dois anos depois de chegar e abriu seu primeiro negócio, um café, em 2006. Antes disso, ele afirma que já pesquisava os melhores caminhos para abrir o botequim.

DEPOIS DO JANTAR


Carlos Drummond de Andrade




Também, que idéia a sua: andar a pé, margeando a Lagoa Rodrigo de Freitas, depois do jantar.
O vulto caminhava em sua direção, chegou bem perto, estacou à sua frente. Decerto ia pedir-lhe um auxílio.
- Não tenho trocado. Mas tenho cigarros. Quer um?
- Não fumo, respondeu o outro.
Então ele queria é saber as horas. Levantou o antebraço esquerdo, consultou o relógio:
- 9h 17m;... 9h20m talvez. Andaram mexendo nele lá em casa.
— Não estou querendo saber quantas horas são. Prefiro o relógio.
— Como?
— Já disse. Vai passando o relógio.
— Mas...
— Quer que eu mesmo tire? Pode machucar.
— Não. Eu tiro sozinho. Quer dizer... Estou meio sem jeito. Essa fivelinha enguiça quando menos se espera. Por favor, me ajude.
O outro ajudou, a pulseira não era mesmo fácil de desatar. Afinal, o relógio mudou de dono.
— Agora posso continuar?
— Continuar o quê?
— O passeio. Eu estava passeando, não viu?
— Vi, sim. Espera um pouco.
— Esperar o quê?
— Passa a carteira.
— Mas...
— Quer que eu também ajude a tirar? Você não faz nada sozinho, nessa idade?
— Não é isso. Eu pensava que o relógio fosse bastante. Não é um relógio qualquer, veja bem. Coisa fina. Ainda não acabei de pagar...
— E eu com isso? Então vou deixar o serviço pela metade?
— Bom, eu tiro a carteira. Mas vamos fazer um trato.
— Diga.
— Tor com dois mil cruzeiros. Dou-lhe mil e fico com mil.
— Engraçadinho, hem? Desde quando o assaltante reparte com o assaltado o produto do assalto?
— Mas você não se identificou como assaltante. Como é que eu podia saber?
— É que eu não gosto de assustar. Sou contra isso de encostar o metal na testa do cara. Sou civilizado, manja?
— Por isso mesmo que é civilizado, você podia rachar comigo o dinheiro. Ele me faz falta, palavra de honra.
— Pera aí. Se você acha que é preciso mostrar revólver, eu mostro.
— Não precisa, não precisa.
— Essa de rachar o legume... Pensa um pouco, amizade. Você está querendo me assaltar, e diz isso com o maior cara-de-pau.
— Eu, assaltar?! Se o dinheiro é meu, então estou assaltando a mim mesmo.
— Calma. Não baralha mais as coisas. Sou eu o assaltante, não sou?
— Claro.
— Você, o assaltado. Certo?
— Confere.
— Então deixa de poesia e passa pra cá os dois mil. Se é que são só dois mil.
— Acha que eu minto? Olha aqui as quatro notas de quinhentos. Veja se tem mais dinheiro na carteira. Se achar uma nota de 10, de cinco cruzeiros, de um, tudo é seu. Quando eu confundi você com um, mendigo (desculpe, não reparei bem) e disse que não tinha trocado, é porque não tinha trocado mesmo.
— Tá bom, não se discute.
— Vamos, procure nos escaninhos.
— Sei lá o que é isso. Também não gosto de mexer nos guardados dos outros. Você me passa a carteira, ela fica sendo minha aí eu mexo nela à vontade.
— Deixe ao menos tirar os documentos?
— Deixo. Pode até ficar com a carteira. Eu não coleciono. Mas rachar com você, isso de jeito nenhum. É contra as regras.
— Nem uma de quinhentos? Uma só.
— Nada. O mais que eu posso fazer é dar dinheiro pro ônibus. Mas nem isso você precisa. Pela pinta se vê que mora perto.
— Nem eu ia aceitar dinheiro de você.
— Orgulhoso, hem? Fique sabendo que tenho ajudado muita gente neste mundo. Bom, tudo legal. Até outra vez. Mas antes, uma lembrancinha.
Sacou da arma e deu-lhe um tiro no pé.

SOBRAL... "ENTRE LINHAS"


Arco N. S. de Fátima (Entrada de Sobral)


Encavada ao sopé da Meruoca tendo seus flancos banhados pelo rio Acaraú, desde os tempos Coloniais, Sobral sempre foi a Princesa do Norte; e sempre foi de seus filhos a preocupação com a Educação, o conhecimento dado as suas gerações futura.
Ao início da época Colonial, cabia aos genitores ensinar aos filhos a doutrina cristã; ler, escrever.

No decorrer do tempo ,em setembro de 1768, através de uma Portaria do governo nasciam, os vencimentos dos professores, sendo a remuneração equivalente ao preço de um alqueire de farinha anual, para cada aluno que freqüentassem as aulas.

Mas a Princesa do Norte queria muito mais para seus filhos... Veio do preto “forro, Manuel Gomes Correia do Carmo a primeira escola de ensinar meninas.” Inteligente, desenvolveu um trabalho comunitário para os pretos e mestiços menos favorecidos, e daí tirava o seu sustento. A primeira escola de Sobral nascia do trabalho de um preto forro.

Somente em 1780, o Tenente, Manuel Correia Marques de Sá, por iniciativa própria, criou a primeira escola para os brancos.

O tempo rolou no espaço de dez anos, para que fosse criada a primeira escola pública, mantida pelo “Subsídio Literário, foi nomeado o padre, Manuel Francisco Rodrigues da Cunha, para um período de seis anos, com um ordenado de 240 reis.

Sobral caminhava devagar... , a velha Caiçara havia alargado suas fronteiras; aberto suas porteiras, em busca de uma melhor formação cultural para seus filhos. Foi à época dos “sinhozinhos” emigrarem para Europa, Rio de Janeiro, e Bahia.

A essa época o Brasil estava sob o domínio, socioeconômico e político de Portugal. França e Holanda, haviam também conquistado regiões estratégicas, como a Ilha de São Luis do Maranhão; a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, e a cidade do Recife, parte das às cidades de Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

Mesmo assim, o Brasil manteve durante todo o período Colonial, a sua unidade lingüística e cultural Em sete de setembro de 1822, é declarada a Independência do Brasil.

O Brasil viveu vários ciclos em sua História. Em cada um deles tivemos mudanças culturais, políticas, sociais e populacionais, Com isso nossa Sobral ficou no esquecimento por longos vintes anos.

Somente , em 26 de agosto de 1825, padre Antônio da Silva Fialho, através de um concurso público é nomeado pelo Presidente da Província, José Martiniano de Alencar, ao cargo de professor, para lecionar Gramática Latina em Sobral.

Grande educador, durante 40 anos, padre Fialho ensinou os jovens de Sobral. Segundo Cônego Francisco Sadoc de Araújo, em seu livro, Origem da Cultura de Sobral (página 141) vem de padre Fialho a troca de alguns sobrenomes dos seus alunos por nomes estrangeiros, adotado pela nova geração de Sobralenses, como: Donizette, Cialdeni e Mont’alverne.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ÂNGELA

(15 anos)

Ângela era a típica adolescente romântica. Há tempo vinha sonhando com seus quinzes anos no seu devaneio, foi juntando cores, formas e aromas, suscitando, assim, sentimentos de solidariedade nos deuses do Olímpio, que resolveram contribuir com a garota na realização dos seus sonhos.

Naquela noite, a magia se fez presente na Terra. Morfeu, o deus dos sonhos, reuniu os habitantes dos bosques e das águas; o fascínio etéreo das fadas, e bom fluídos. Soprou um pó dourado por toda a casa de Ângela,
Transformando-a em lindo palácio: O lustre renasceu em forma de candelabro, com velas douradas e flores coloridas, no lugar das velhas lâmpadas.

Nas varias mesas espalhadas pelo gramado toalhas em tonalidade chocolate, contrastavam com o dourado das mantas e o charme dos tapetes persas. Nas tendas peças de design produziam combinações ousadas, porem suaves e sedutores.
No portão de entrada tinha o Brasão de Ângela, nas cores chocolate e dourada, encimado por linda coroa.
A meia-noite, o carrilhão se fez soar por meio de badaladas... Começava o grande sonho de Ângela: A noite de seus Quinze Anos.

CONVITE

Conta-se que em palácio real de paredes cristalinas
Vivia linda menina.
.Certa manhã radiosa
Com um céu azul por igual,
Uma notícia corria
A alegria era geral.

Os arautos reais, os proclamas liam:
- Sua Majestade Real, Princesa Ângela,
Faz Quinze Anos.

O salão enfeitado de dourado,
Velas acesas no extenso corredor,
Tinham nos portais, da princesa as iniciais.
Ah! Que festa linda Todos lembra ainda.

RECORDANDO


Só Você...
Melhor dizendo... Nós!
Na brisa suave,
No quebrar das marolas,
Lá... Na praia de Camocim,
A sombra de coqueirais.

Era um sonho grande! Loucura!
Tínhamos no corpo o cheiro da noite...
O mar cor de um verde opalino,
Refletia cores fulgurantes.

Meu ser emana saudades
Daquele relento de uma noite
Com estrelas e luar no céu.

Ah! Faz tanto tempo...
E como Saudade é ter
Impressão, de que nada aconteceu...
O Tempo não correu. Ledo engano!

Fui lá... Revi o reino encantado!
Estava seco, feio, cheio de tortolho,
Sozinho... Sem amor... Findo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

QUERIDA REGINA

Hoje é um dia muito importante, para nos suas amigas.
Quando chegamos a essa sábia idade, temos a sabedoria de um sábio, a paciência de Jô e a importância das amizades construídas no caminhar da vida.

Você fez da AMIZADE, o elixir de sua longa vida. E você, amiga querida, soube palmilhar com seus próprios recursos, as veredas de seus 81 anos... Distribuindo carinho, compreensão, doçura, companheirismo, prestimosidade, prudência, e acima de tudo, um grande amor por todos que lhe cercam.

Você Regina, é uma lutadora e guerreira... Temperada com a doçura de uma criança...
contudo, tem o pulso forte de um gigante, na defesa do que é justo e correto, com sua sensatez admirável.

Apaixonada pela vida, pela família e pelos amigos trás no rosto o encanto mágico, de um sorriso cativante.
Falar de você Regina, é dizer — GRANDE MULHER!
Para você querida, um abraço de todos nós que fazemos parte do Clube Alegria De Viver... E NOSSOS APLAUSOS A ESSA GRANDE MULHER.

Um abraço da Yolita

segunda-feira, 8 de março de 2010

SIMPLESMENTE MULHER...


Ser mulher me fascina...
Sinto uma magia que não ser descrever,
Ser mulher é fecundar vidas,
E mais uma vez reviver.

Ser mulher é ser guerreira,
Lutar por causas perdidas.
Ser passado e presente,
Esquecer sempre de si.

Ser mulher... É ter alternativas...
Poder usar tanto o rosa quanto o azul, e
Desbravar caminhos difíceis
Entre o hoje e o amanhã.

Ser mulher...
Mesmo em festa black-tie
É ter classe, ser única e especial...
Musa de um grande amor.

Ser mulher... É aflorar um sorriso
No rosicler da aurora.
Fazer da dureza um “relax”
Ser multifuncional a cada hora.

Ser mulher... É sofrer violência
Encobertas dentro do lar.
Rompendo modelos e riscos,
Cada dia se superar.

Ser mulher... É lutar por sua essência
Colocando sua feminilidade a serviço do mundo;
Dando um sentido mais suave às realidades duras.
É um viver todo seu; próprio de mulher.

Ser mulher... É gerar afeto, harmonia,
No afã de reconstruir e modificar.
É lutar por aquilo que acredita
Ter o direito de amar, e ser...
Simplesmente mulher.